09 fevereiro 2006

Mee...BOO!


Para quem quer falar no Messenger, ICQ, Yahoo, Jabber, etc. e não consegue aceder através do cliente (isto acontece mais nos locais de trabalho - firewalls de bancos pah, vá lá perceber-se!)
É gratuito e até funciona bem.

Isto é uma sneak preview do género de tecnologia que começa a invadir a Web (para os mais técnicos, Web 2.0).

04 fevereiro 2006

Corpse Bride

O que me aborrece neste filme é a sensação de deja vú. O Tim Burton já fez melhor e, para quem jogou em PC o jogo Grim Fandango da Lucas Arts, não ficará muito impressionado. Visualmente, o filme é bom, mas… há pouco espaço para a novidade. Porque, quer-se dizer, a história é totalmente previsível e faz-me lembrar os argumentos da Disney (mete mortes ok, mas não se esqueçam dos inícios do Fiding Nemo, Bambi e Rei Leão - logo nos primeiros minutos são apresentadas mortes cruéis e violentas – pensem nas criancinhas!!!).

NO ENTANTO: Isto não quer dizer que o filme seja mau. Não se safa é de ser um filme mediano, a puxar para o positivo: o que, para mim é pouco em 80 minutos de filme. Mas, como não fui com grandes expectativas, ao menos não sofri nenhuma desilusão. Felizmente, os números musicais foram perfeitamente suportáveis.

Imdb, ScreenIt (É por causa destas críticas que eu gosto de ir ao site) e Cinema2000 (Em Portugal pronto, parece que o pessoal respondeu melhor ao filme, mas eles é que são os críticos profissionais).

Adenda a este post:
Ok, ok, ok, depois de falar com algumas pessoas, talvez admita que estivesse um bocado com mau feitio quando fui ver o filme, mas, não deixei que isso influenciasse MUITO a minha opinião.

01 fevereiro 2006

Goodfellas

Grande filme de Scorcese no início dos anos 90 – estava em grande forma e o trabalho de actores é excelente (se bem que não é a melhor parceria DeNiro/Scorcese – prefiro o Táxi Driver). Teve direito a prémios e tudo - o psicopata Joe Pesci levou o Óscar de melhor actor secundário pelo seu desempenho. Tenho pena de não ter visto este filme há mais tempo, porque, provavelmente, perdeu algum do impacto por causa das “n” de histórias semelhantes que vi antes, como o Casino (a base é quase a mesma, mas pronto).


Como a história é baseada em factos verídicos, nada como ir ao site oficial do Henry Hill verdadeiro (e aos sites não oficiais) para ficar a saber mais sobre o homem que queria ser gangster quando crescesse…

"At the age of twelve, my ambition was to become a gangster. To be a wiseguy was better than being President of the United States. To be a wiseguy was to own the world." - Henry Hill

E continuar pelo suspeito do costume: Imdb.

30 janeiro 2006

O Coração da Leoa


Não tem a ver com a derrota do Benfica desta semana, mas foi um documentário muito interessante. Do site do Odisseia: "(...) uma leoa adoptou uma cria de antílope, quebrando todos os esquemas dos atónitos cientistas, que nunca tinham presenciado uma situação dessas."

26 janeiro 2006

"topealvim" em Árabe


Pois é, assim se escreve o meu nick em Árabe (cortesia do mega informático Zarroba).
O "tó-pê" parece uma galinha a olhar para a direita não parece? :)

22 janeiro 2006

Delicatessen


O que andava o criador de Amélie a fazer 10 anos antes do filme que o lançou verdadeiramente para o mainstream? Um conto a puxar para a comédia (inspirado em Terry Gilliam), sobre senhorios e inquilinos canibais num futuro pós apocalíptico em que parece não haver abundância de alimentos para carnívoros e omnívoros (ou, simplesmente, CARNE! como diria o Justino Figueiredo – aliás, a partir daqui tenho que fazer um post à parte).

O filme vê-se muito bem (descamba um bocado para o final, mas, como não é muito grande, nem se nota). Embora a premissa seja fora do vulgar, o mais interessante não é a história. Jeunet é um realizador que constrói filmes visualmente muito porreiros. E, tal como em Amélie, as personagens secundárias são também muito cativantes: a mulher suicida a quem correm sempre mal os planos está simplesmente genial.

Recomendo, para quem quer ver uma coisa diferente, o que, tendo em conta que o filme já tem 15 anos, me surpreendeu bastante. Deixou-me muito curioso para ver o trabalho seguinte: a Cidade das Crianças Perdidas (que ainda só tive oportunidade de conhecer através do jogo de computador).

Só uma nota: o filme é da autoria de duas pessoas: Jean-Pierre Jeunet - que depois avançou para Amélie e Alien Ressurection) e Marc Caro – que fez sucesso em curtas metragens, animações e anúncios. Já trabalhavam em colaboração 16 anos antes de realizarem esta pequena pérola.

As ligações do costume: Imdb. A primeira crítica do Washington Post que coloco aqui. Site oficial do realizador.

18 janeiro 2006

Indiegente


Um dos meus programas favoritos da Antena3 que, para quem não sabe é a minha rádio de eleição (desde os tempos da Mónica Mendes nos programas da manhã enquanto andava no Secundário...).
De segunda à sexta, às 23:00. Conhece-se aqui música muito porreira (temos os posts das playlists anteriores). De resto, podemos encontrar informação útil no site .

17 janeiro 2006

para quem não tem mesmo mais nada que fazer

Se quiserem aprender uma linguagem nova - carreguem no título:

"You might think that gibberish is blabber talk or something a 2 month old might say, but in reality it is a "secret language" popular among teens. If you want to join the conversation, listen up."

Parece que desde que tenho o computador novo só tenho tempo para fazer estas actualizações relâmpago... enfim, só digo mais uma coisa: para quem gosta de Star Wars e roleplaying games - Joguem o Knights of the Old Republic!

11 janeiro 2006

Happy Tree Friends


Espectáculo completamente sádico … mas (oh pah) hilariante!

Necessitam de flash e de um sentido de humor retorcido.

Há DVDs por aí com todos os episódios!

Play: a imagem já está linkável :P

09 janeiro 2006

1003 x 2


Mais 365 dias que passaram e, quando dermos por ela, já passou uma década deste novo milénio. Agora o dia tem mais um segundo (a física tem destas coisas engraçadas) e pronto, a passagem de ano foi porreira. Acabei por passar o ano de forma mais calma, em Lisboa na praça do comércio e, pronto, embora não fosse Time Square, gostei bastante: estava lá muita, mas assim mesmo muita gente.

O palco estava bem localizado, bem como o fogo de artifício – que circulava a toda a praça. Foi um espectáculo curto, intenso e eficaz. Havia, como faria sentido, diversos vendedores de champanhe, mas com uma pequena particularidade: a lei da oferta e procura funcionou ao contrário do que esperaria: nos restauradores os vendedores tentavam impingir a mercadoria por uns “míseros” 15€ (verificando a mercadoria de perto era fácil constatar que o lucro seria bastante apreciável). Mas, à medida que me dirigia para o Rossio o preço ia descendo: 10 € perto do edifício do Totta e 5€ em plena praça… a táctica comercial, pelo que vi, não deve ter funcionado bem: vi pouca gente a comprar com antecedência :)

Um bom ano a todos que visitam este pequeno espaço.